10 diretores e suas identidades cinematográficas

Dizem que bons artistas deixam traços da personalidade e de sentimentos em sua obras criando uma forma bastante única e característica de se comunicar conosco, materializam suas visões de mundo através de seus feitos. Enfim, lapidam sua identidade naquilo que amam fazer, seja na literatura, artes plásticas, atuando ou em uma música. E, no cinema, não poderia ser diferente.

Hoje o Arte 7 traz uma lista com alguns diretores e suas personalidades cinematográficas que além de muito características e identitária (nos permitindo, muitas vezes,  perceber quem produziu determinado filme mesmo que não saibamos o nome do diretor), tem uma capacidade toda especial de nos transmitir novas ideias.

(A ordem desta lista e os nomes aqui presentes não indicam, necessariamente, nossas preferências.)

 

1. Guilhermo del Toro

Nascido na cidade de Guadalajara (México) del Toro despertou seu interesse por cinema ainda na adolescência. Trabalhou aos 21 anos como produtor de seu primeiro longa-metragem, “Dona Herlinda e seu Filho” (1986). O primeiro grande sucesso do diretor foi o filme “Cronos” (1992) que lhe garantiu premiações e reconhecimento em festivais mexicanos e em Cannes.

Sua paixão por filmes de terror e personagens sombrios são uma característica muito marcante de Guilhermo del Toro. O uso de efeitos práticos e maquiagem na criação de personagens enriquecem ainda mais a qualidades de seus trabalhos, há também forte influência de quadrinhos em seus filmes. Entre obras dirigidas, roteirizadas e produzidas por ele podemos destacar: “Hellboy” (2004), “O Labirinto do Fauno” (2006),”A Montanha Escarlate“(2015), “A Espinha do Diabo” (2001), ” O Hobbit: Uma Aventura Inesperada” (2012), “Círculo de Fogo” (2013).

Uma curiosidade interessante é que del Toro possuí uma segunda casa, a “Bleak House“, onde ele abriga cerca de 700 peças (esculturas, quadros, mobília etc) e aproximadamente 9000 obras literárias de diversos autores e também rascunhos seus. O lugar serve como um recanto de inspiração para suas criações. A “Bleak House” é quase como uma materialização das ideias que viajam na cabeça do diretor.

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2. Quentin Tarantino

Explorando temas relacionados com submundo do crime, doses de humor negro e muita violência, Quentin Jerome Tarantino, é considerado um dos diretores mais expressivos do cinema.

Nascido no estado do Tennessee (EUA) iniciou sua carreira fazendo pequenas participações em filmes, séries de TV e também escrevendo roteiros para o cinema. Seu primeiro grande sucesso veio com “Cães de Aluguel” (1992). O longa foi exibido no Festival de Cinema Sundance daquele ano, sendo muito elogiado pela crítica e consagrando o diretor como um dos grandes nomes em Hollywood.

Dentre seus trabalhos de maior sucesso temos: “Pulp Fiction: Tempos de Violência (1994) / premiado no Festival de Cannes), “Um Drink no Inferno” ( 1996 – roteiro), “Kill Bill: Volume 1 e 2 (2003 e 2004 respectivamente), “Bastardos Inglórios” (2009), “Django Livre” (2012) e mais recentemente “Os oito Odiados” (2015).

Os filmes de Quentin Tarantino possuem algumas características marcantes como: violência excessiva; referências ao cinema e a cultura pop; personagens movidos por desejos de vingança; e pequenas participações do próprio diretor nos filmes.

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3. Charles Chaplin

Ator, diretor, roteirista, dançarino, produtor e compositor. Charles Spencer Chaplin, ou Carlitos, como também era conhecido, nasceu em Londres (Inglaterra) em 1889. Filho de artistas, Chaplin iniciou sua carreira nos palcos ainda criança. Aos 19 anos ingressou no teatro e fez grande sucesso como mímico. Após uma turnê de 2 anos pelos Estados Unidos com a Companhia de teatro de Fred Karmo, retornou à Inglaterra e estreou seu primeiro filme, “Making a Living” (1913).

Entre 1914 e 1916 Chaplin dirigiu e atuou em mais de 40 curtas-metragens. Seu maior sucesso foi a comédia “O Vagabundo” (1915), personagem que o consagrou na história do cinema. Entre suas diversas obras podemos destacar: “O Garoto” (1921), “Em Busca do Ouro” (1925), “Luzes da Cidade” (1931), “Tempos Modernos” (1936) e “O Grande Ditador” (1940).

Charles Chaplin influenciou diretamente o cenário cinematográfico de sua época ( e ainda influencia), tanto que mesmo com a chegada do cinema falado (1920) ele manteve seus filmes mudos, pelo menos até 1940. Seu perfeccionismo dificultava o relacionamento com as pessoas. Cenas de alguns de seus filmes chegaram a ser gravadas mais de 100 vezes até alcançarem o resultado por ele esperado.

Carlitos casou-se quatro vezes, teve nove filhos e passou os últimos anos de sua vida em Vevey (Suíça) onde morreu de causas naturais no natal de 1977.

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4. Francis Ford Coppola

Francis Ford Coppola nasceu em 1939 na cidade de Detroid (Estados Unidos). Com apenas 16 anos ingressou na Universidade de Hofstra onde estudou cinema. Mudou-se alguns anos depois para Los Angeles e continuou seus estudos na Univesidade da Califórnia. Neste mesmo período trabalhou como assistente do diretor Roger Corman.

Coppola dirigiu seu primeiro longa em 1963, “Dementia 13“. Entre 1963 e 197 escreveu e adaptou diversos roteiros para o cinema, para a TV e também produziu ao lado de George LucasTHX-1138“. Em 1972 dirigiu “O Poderoso Chefão“, filme que lhe rendeu o Oscar de melhor diretor e o tornou mundialmente conhecido.

Podemos destacar em sua filmografia: “Loucuras de Verão” (1973 – indicado a cinco Oscars), “A Conversação” (1974 – vencedor da Palma de ouro em Cannes), “O Poderoso Chefão: parte II” (1974- vencedor de seis Oscars), “Apocalypse now” (1979 – vencedor da Palma de ouro), “O Poderoso Chefão: parte III” (1990). Recentemente Coppola participou da produção de “Virgívia” (2012), “Na Estrada” (2012) e “Bling Ring: A Gangue de Hollywood” (2013).

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5. George Lucas

Nascido na na Califórnia em 14 de maio de 1944 , George Walton Lucas Junior, sonhou durante toda sua adolescência em se tornar piloto de corrida, porém um grave acidente o fez mudar seus planos, levando-o a estudar cinema na Universidade da Califórnia. Lá conheceu dois futuros colegas de profissão e colaboradores Francis Ford Coppola e Steven Spielberg.

Em 1969 criou ao lado de Coppola a companhia independente “American Zoetrope” e juntos produziram “THX-1138:4EB” (ganhador do prêmio “National Stundent Film Festival” em 1967). Apesar do sucesso de crítica ,“THX-1138:4EB”, não rendeu o esperado  e resultou no fechamento do estúdio. Nesse meio tempo Coppola foi chamado para dirigir “The Godfather”(1972) pela Paramount Pictures e assim, George Lucas resolve criar sua prórpria produtora, LucasFilms. Lançou em 1973 o filme “American Graffiti” que faturou cerca de US$50 milhões, um Globo de Ouro e cinco indicações para o Oscar.

O bom resultado de “American Graffiti” serviu de incentivo para o início de um novo projeto chamado “Star Wars“.Em 1975 o cineasta criou a “Industrial Light and Magic“, companhia dedicada a criar todos os efeitos especiais do filme. Finalmente em 1977 “Star Wars – Uma Nova Esperança” é lançado e reinventa o conceito de blookbuster no mercado cinatográfico. Com um custo final de US$ 11 milhões  o longa faturou cerca de US$ 530 milhões e foi premiado com sete Oscars.

As continuações: “Star Wars: O Império contra-ataca“(1980) e “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) consolidaram o sucesso da franquia e marcaram George Lucas na história do cinema. A partir de 1999 uma nova trilogia foi produzida: “Star Wars: A Ameaça Fantasma“, “Ataque dos Clones” (2002 ), “A Vingança dos Sith” (2005). O ano de 2015 foi marcado com o retorno da franquia aos cinemas com o sétimo episódio “O Despertar da Força“, desta vez dirigido por J.J Abrams. Outro grande sucesso de George Lucas é a franquia Indiana Jones na qual participou como produtor e roteirista. Entre outros trabalhos do cineasta podemos destacar: “Loucuras de Verão” (1973), “O Labirinto da Magia” (1986), “Willow na Terra da Magia” (1988).

No ano de 2012 a LucasFilms foi comprada pela Walt Disney Company por US$ 4 bilhões. Sobre a venda o diretor declarou : Pelos últimos 35 anos, um dos meus maiores prazeres foi ver ‘Guerra nas estrelas’ ser passado de uma geração para outra. Agora é tempo de passar ‘Guerra nas estrelas’ para uma nova geração de cineastas. Eu sempre acreditei que o filme pudesse viver além de mim, e achei importante fazer essa transição enquanto estou vivo. Estou confiante que, com a Lucasfilme sob a liderança de Kathleen Kennedy (co-diretora da companhia), e em uma nova casa na Disney, ‘Guerra nas estrelas’ vai certamente viver e florescer por muitas gerações a seguir.

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6.Kathryn Bigelow

Nascida na cidade de San Carlos (Califórnia), Kathryn Ann Bigelow, ingressou aos 20 anos no Instituto de Arte de São Francisco. Devido seu grande talento com pintura foi convidada para integrar o Programa de Estudo Independente do Whitney Museum, em Nova Iorque. Algum tempo depois estudou cinema na Universidade de Columbia e em 1978 gravou seu primeiro curta-metragem “The Set-up“. Seu primeiro trabalho como diretora de um longa para o cinema foi com o filme “The Lovess” (1981).

Em um ramo dominado majoritariamente por homens, Kathryn Bigelow, ganhou reconhecimento e respeito dirigindo grandes filmes como: “Quando Chega a Escuridão” (1987), “Caçadores de Emoção” (1991), “K-19: The Widowmaker” (2002), “Guerra ao Terror” (2010) e “A Hora Mais Escura” (2012).

Produções com temática militar são uma preferência da diretora. O filme “K-19: The Widowmaker” não chegou a ser premiado na época, mas foi bem recebido pela crítica e pelos espectadores. Já o longa “Guerra ao Terror” foi premiado com seis Oscars e seis prêmios da Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão (BAFTA), incluindo os de Melhor Diretor e Melhor Filme, sendo assim, a primeira mulher na história do cinema a receber um Oscar e um BAFTA  de melhor direção. Mais recentemente com “A Hora Mais Escura conquistou um Globo de Ouro, um Oscar e três prêmios da New York Film Critics Circle Awards (NYFCC).

Um fato curioso é que ela já foi casada com o diretor James Cameron e venceu o ex-marido que naquele ano tinha o filme “Avatar” concorrendo também ao Oscar de melhor diretor. Kathryn Bigelow já atuou também como membro do júri nos Festivais Cinema de Berlim, Veneza e no Festival de Sundance.

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7. Steven Spielberg

Steven Allan Spielberg nasceu na cidade de Ohio em 1947. Vindo de família judaica, spilberg , mostrou aptidão para o cinema desde sua infância quando aos 12 anos ganhou sua primeira câmera e aos 13 ganhou seu primeiro prêmio com o curta-metragem, “Fuga do Inferno” (1960) , que falava sobre guerra.

Estudou cinema na Universidade da Califórnia e aos 22 anos filmou o curta “Amblin“. A qualidade deste último trabalho serviu como porta de entrada para Hollywood e logo foi o diretor contratado pela Universal Pictures onde realizou diversos trabalhos para a televisão.

Em 1975 lança o suspense “Tubarão“. Apesar das dificuldades enfrentadas na produção o longa alcançou grande sucesso de bilheteria e crítica, sendo considerado um dos grandes clássicos do cinema. O reconhecimento veio acompanhado de mais bons trabalhos. Em 1977 estreou mais um clássico, este da ficção científica, ” Contatos imediatos de terceiro grau“. Spielberg também dirigiu o filme que apresentou o personagem Indiana Jones ao mundo, “Os caçadores da arca perdida” ( 1981). Em 1984 criou a Amblin productions e produziu filmes como: “Gremlins” (1984), “De Volta Para O Futuro” (1985), “Os Goonies” (1985), o premiado “A Cor Púrpura” (1985), “MIB – Homens de Preto” (1997), “Jurassic Park” (1993) e ” A Lista de Schindler” (1993).

No ano de 1994 Spielberg criou ao lado de David Geffen e Jeffrey Katsenberg a produtora DreamWorks SKG. Estúdio responsável por outros grandes sucesso: “O Resgate do Soldado Ryan“(1998), “Shrek” (2001), “A.I – Inteligência Artificial” (2001), “Guerra dos Mundos” (2005), “Transformers” (2007), “Trovão Tropical” (2008) etc.

Além de obras repletas de efeitos visuais inovadores o diretor se destaca por produzir e dirigir grandes filmes ambientados na 2ª Guerra Mundial.

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8. Glauber Rocha

O brasileiro Glauber de Andrade Rocha foi um dos precursores do movimento iniciado em 1960 no Brasil conhecido como Cinema Novo . Guiado pela expressão “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, Glauber, ao lado de outros cineastas da época, deu uma nova identidade ao cinema brasileira.

Nascido na Bahia em 1939 desmonstrou desde sua juventude um interesse por cinema. Seu primeiro filme (“Pátio“) foi gravado enquanto ele ainda estudava na Faculdade de Direito da Universidade da Bahia. Ele nunca chegou a se formar em Direito, mas trabalhou como repórter e publicou artigos sobre cinema para os jornais “Diário de Notícias” e “Jornal do Brasil”.

Seus filmes eram movidos por ideias cinemanovistas e tinham a proposta de criar uma estética cinematográfica genuinamente brasileira. Desta forma produziu filmes com novas técnicas de filmagem e roteiros não influenciados pelo cinema americano. Entre seus principais e premiados trabalhos temos: “Deus e o Diabo na Terra do Sol“(1963), “Terra em Transe” (1967), “Barravento” (1969) e “O Dragão da Maldade e o Santo Guerreiro” (1969).

O diretor também chegou a ser preso durante um protesto contra o regime militar, alguns anos depois (1971) exilou-se do Brasil devido ao forte crescimento da repressão política da época. Glauber Rocha morreu aos 42 anos vítima de problemas pulmonares.

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9. Neill Blomkamp

Natural de Joanesburgo, África do Sul, Neill Blomkamp possuí reconhecimento e destaque entre os cineastas desta geração. Mesmo com um currículo (ainda) pequeno, seus filmes são capazes de tocar em assuntos delicados que ainda existem em nossa sociedade.
Nascido em setembro de 1979, Blomkamp, vivenciou de perto o regime do apartheid que segregou a população Sul-africana em grupos raciais. Aos 14 anos ganhou seu primeiro computador onde desenvolveu seu talento com animação gráfica 3D. Com apenas 16 anos trabalhou como animador com o produtor de televisão Sharlto Copley na produtora Deadtime. Algum tempo depois mudou-se com seus pais para Vancouver (Canadá) onde estudou na Escola de Cinema de Vancouver.

Com sua experiência em animações gráficas, Blomkamp, trabalhou para a The Embassy Visual Effects e também para a Rainmaker Digital Effects, produziu videoclips para bandas locais, anúncios de televisão e curtas-metragens. O diretor produziu, inclusive, uma adaptação cinematográfica da franquia de jogos “Halo“, mas o projeto foi cancelado devido a desentendimentos entre as produtoras do filme e do jogo.

Em 2009 Neill Blomkamp lança seu primeiro grande sucesso. Com ajuda e a tutoria do diretor Peter Jackson (trilogia “Senhor dos Anéis” e o “Hoobit”) foi produzido o longa “Distrito 9” que reconta a história do apartheid em uma Joanesburgo futurista e alternativa, em que alienígenas refugiados na Terra eram tratados de forma preconceituosa e violenta pelas pessoas e pelo governo. Outro trabalho também muito simbólico e representativo da sociedade em que vivemos pode ser visto em “Elysium” (2013) que mostra um mundo dividido entre ricos que se exilam na estação espacial chamada Elysium, e a grande maioria pobre que luta para sobreviver em um planeta super povoado e destruído. Uma curiosidade é que neste filme o ator brasileiro Wagner Moura atua ao lado de Matt Damon como coadjuvante.

Ficções científicas ambientadas no continente africano, um futuro alternativo que beira a distopia e temas críticos que abordam questões sociais bastante atuais são traços marcantes da identidade cinematográfica de Neill Blomkamp. Além de “Distrito 9” e “Elysium” o diretor produziu recentemente (2014) o longa “Chappie“, que discute, além de temas sociais, o uso da inteligência artificial. (nota pessoal: Vale a pena conferir, excelente filme – Caique Lopes).

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10. Chan-Wook Park

O sul coreano Chan-Wook Park é considerado um dos maiores nomes do cinema e é um dos responsáveis por lançar o cinema coreano no cenário internacional. Nascido em agosto de 1963, Park, se formou em filosofia pela Universidade de Sosang em Seul. Seu interesse por cinema surgiu ainda na faculdade, atuando como crítico e mais tarde como assistente do diretor Gwak Jae-Young.

Além de influências de diretores como Kim Ki-Young e Alfred Hitchcock, Park, já revelou em entrevista que acontecimentos de sua própria vida se transformaram em elementos de suas obras. Durante sua juventude participou de diversos protestos contra a ditadura militar na Coréia e presenciou muitos atos de violência contra seus amigos. Apesar de nunca ter sofrido nada diretamente, esses eventos foram de certa forma reproduzidos em seus filmes, não necessariamente com um contexto político, mas com representações da violência que vivenciou.

Seu primeiro grande sucesso veio em 2000 com “Zona de Risco“, alcançando naquela época o posto de maior bilheteria da história do cinema coreano. Em 2002 deu início ao que ficaria mundialmente conhecido como a Trilogia da Vingança (“Mr. Vingança” – 2002, “OldBoy – Velho Amigo” – 2003 e “Lady Vingança” – 2005).

Três Extremos” (2000), “Sede de Sangue” (2009), “I’m a Cyborg, But That’s Ok” (2006) e “Segredos de Sangue” (2012) terminam de compor sua filmografia.

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E então, gostou deste top 10 ? Sentiu falta de algum outro diretor ? Deixe seu comentário.

 

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