Afinal… como escrever uma boa história?

Não é algo que exista um manual prático, por mais que lhe digam ou recomendem livros — outros tipos de transmissores de informação também valem — escrever é difícil; vai arrancar-lhe suor e lágrimas quando menos esperar. Contudo, enquanto há aqueles que precisam de ajuda para desenvolver sua história, também há os que sequer sabem como começá-la ou terminá-la.

Este editorial trata não da escrita em sentido gramatical ou eloquente, muito menos de ensinar técnicas de cinema ou falar do âmbito cinematográfico repleto de planificações e angulações. Talvez possam existir editoriais que abordem (e ensinem) tais conteúdos, mas a questão aqui a bordada é aquela que mesmo os ricaços de Hollywood precisam enfrentar todos os dias: como escrever uma boa história?

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  • Faça um Brainstorming

A etapa inicial do processo de criação é aquilo que — traduzido não oficialmente — denominamos de “Tempestade de Ideias” ou, como é conhecido em inglês, Brainstorming. Assim como o nome diz, trata-se de jogar dezenas de ideias, como se formassem uma tempestade. Normalmente, é feito em dinâmicas de grupo e, logo, funciona melhor se você tem uma equipe ou amigos confiáveis com quem deseja compartilhar sua ideia. A sugestão do outro pode não só atiçar o melhor desenvolvimento da trama, como também elucidar possíveis passagens que não seriam formadas em um pensamento individual. Contudo, não é impossível utilizar esse método sozinho. O que seria preciso, nesse caso, seria de maior coragem e vontade de tentar. Digamos que você esteja escrevendo um livro, por exemplo. Nessa situação, o seu processo de Brainstorming poderia ser o de simplesmente sair escrevendo sem parar. É claro que sendo assim, um processo de revisão ou até mesmo de avaliação externa de uma outra pessoa será aquilo que vai lhe mostrar aquilo que deve ser mantido ou não em sua história.

  • Não deixe sua ideia se apagar

O primeiro passo é aceitar que não existem ideias 100% inovadoras. Gênios não nascem da noite para o dia, muito menos chegam a um status de maior divulgação sem se esforçarem. O segundo é agir como em uma entrevista de emprego. Assim como você defende as suas qualidades a fim de conseguir uma vaga, você deve fazer uma simulação interna de como seria vender a sua ideia. Ao mesmo tempo em que a mantém, você tenta explicar para si por que ela vale a pena ser mostrada ao mundo ou o que ela fará em prol da sociedade. Contar uma história vai além do processo narrativo e pode alcançar milhares de milhões de pessoas. Por isso, é sempre válido pensar em como a sua ideia influencia o outro ou em como ela pode ser benéfica à sociedade.

Outra dica é nunca descartar 100% nada. Talvez aquilo que não combine com seu estilo de história atual possa ser reutilizado depois ou até mesmo consiga encontrar um lugar mais adequado em um desenvolvimento mais tardio da sua trama. Sempre faça anotações e guarde-as em um lugar onde possa sempre revisitá-las e discutir consigo mesmo o que é válido, ou não, de se incluir.

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  • Pesquise, conheça, procure…

Talvez a etapa mais difícil e cansativa. Se você almeja ser um roteirista, pode vir a trabalhar não só com conteúdos ficcionais, como também histórias baseadas em fatos. Seja o resultado final algo mais voltado do estilo de filmes como Spotlight ou um documentário bem produzido, a pesquisa torna-se indispensável. Contudo, o mesmo pode ser dito quando se trata de criar novas histórias. Caso o gênero que você busque seja o de fantasia, por exemplo, o melhor é buscar conhecer os autores mais citados, buscar entrevistas com eles (ou sobre o assunto em si), palestras, guias e, mais importante, conhecer pessoas que possam lhe guiar.

No Brasil, cursos especializados em roteiros ou palestras podem ser encontrados de vez em quando, mas também é possível aproveitar exposições ou museus que falem sobre cinema para ler um pouco mais sobre mídia e até mesmo conhecer exemplos práticos dela na hora — geralmente, trazem os filmes mais comentados da década para dar como exemplos, junto a uma pequena explicação sobre eles. Por mais que seja muito expositivo e pouco subjetivo, há muito que se pode aprender com isso. A experiência não só inspira como também transforma opiniões. Use isso também não só para enaltecer o seu gênero favorito, como também para conhecer novos que, talvez, você sequer tenha pensado em usar como base para uma história.

Ao mesmo tempo, é preciso ter cuidado para não ser levado pelo que se é mais comentado no momento a fim de fazer algo muito “batido” ou que pode perder sua popularidade com o tempo. Em certo momento midiático, zumbis estavam em alta. Em outro, eram criaturas sobrenaturais em situações românticas. E agora, livros recentes inspiram-se em Jogos Vorazes e trazem uma narrativa questionadora ao sistema, revolucionária e realista. Adequar-se a isso nunca é a melhor opção, não só porque isso coloca uma obrigação absurda ao escritor — este que pode muito bem sequer gosta desse estilo narrativo — como também porque pode gerar histórias sem vidas ou simplesmente copiadas, gerando aquilo que chamamos de “falta de originalidade”.

  • Não seja pretensioso

O perfil de um escritor também possui um âmbito social. Se você é recluso a críticas e cheio de si, seu público o tratará com desdém ou simplesmente mentirá para você a fim de lhe agradar. Isso provoca um ego não saudável e o desvirtua do caminho do aprendizado. Por isso, é sempre bom estar aberto a críticas e sugestões, ouvindo seu público na medida adequada. Digo isso pois ele deve, acima de tudo, criar uma história sua — não um fanfiction. Uma história ditada por fãs vira isso, caso ele dependa somente das ideias do outro.

Outro tipo de pretensão é na hora da escrita. Apesar de ter dito que não entraria neste mérito, há algo importante: não force eloquência, use palavras cujo significado você sabia. Um texto bonitinho é equivalente a nada se não passar nenhuma mensagem ou se o público não compreendê-lo. Isso não quer dizer, necessariamente, que você precisa esmigalhar sua história ou “ninar” o seu público com uma narrativa mais simplificada, só que é extremamente perceptível quando um autor não sabe trabalhar um tema mais complexo. Quando isso acontece, temos uma história incoerente ou mal trabalhada/aproveitada.

Por isso, há alguns temas não recomendados a principiantes na escrita. Listarei alguns, do mais complexo para o menos.

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“De Volta para o Futuro”

  1. Viagem no tempo
    Fascinante, não? Porém, caso o autor não imponha regras, há inúmeras possibilidades de furos de história. Desde paradoxos até a mais simples e pura idiotice das personagens. Isso acontece também por causa da existência da teoria das múltiplas dimensões temporais; ela permite uma maior exploração do recurso, contudo, ela também cria a possibilidade de abusar do mesmo. Em todo caso, este é um tema que, quando feito certo, sempre recebe elogios de críticos. Contudo, é, de longe, o mais difícil de fazer quando se está começando.

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    “Efeito Borboleta”

  2. Looping
    Apesar de não ser tão popular no Ocidente, uma história que volta ao começo ou que reinicia tem certas semelhanças com a temática anterior, só que em menor escala. Normalmente, trata-se do protagonista refazer suas ações de maneira a obter um resultado diferente das outras vezes. O grande problema é que existem dois pontos difíceis de conciliar numa narrativa: como o protagonista descobre que está em loop sem abusar da suspensão de descrença e como esse loop será quebrado por ele. O resultado pode ser uma narrativa cansativa, talvez repetitiva, que não sabe para onde vai, a que veio ou por que sequer existe senão só por causa do loop. Ou seja: a história perde importância e começa a se apoiar somente em um recurso narrativo, tirando boa parte de seu valor como mensagem.

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    “Lolita”

  3. Histórias controversas ou polêmicas
    Pode ser interessante querer fazer algo diferente do habitual, contudo, é preciso ter cuidado para não promover, mesmo que indiretamente, um possível discurso de ódio ou exagero. Há personagens lunáticos ou cruéis que são amados pelo público, mas há um motivo por trás disso. Não é a maldade pela maldade; é o desenvolvimento que o levou a chegar naquele estado. Assim também funciona uma história controversa: por que fazê-la? Como ela veio a existir? Seria ela uma forma distorcida de crítica à sociedade? É um campo muito vasto, mas que justamente por isso pode acabar fazendo o autor cair na pretensão, em que ele acha que está sendo “maduro”, quando na verdade está usando de recursos polêmicos para atrair a atenção do público não através do que a história conta, mas sim pela polêmica em si.

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    “V de Vingança”

  4. Histórias de cunho político ou ideológico
    Com muita pesquisa e vivência, é possível transmitir uma questão social que, consequentemente, pode vir a esbarrar em questões filosóficas, políticas ou ideológicas. Contudo, assim como no tópico anterior, é preciso tomar cuidado para não criar besteiras e fugir da possibilidade de se embasar em estereótipos. Por exemplo, digamos que a sua história seja de espionagem. Se os vilões forem russos, você já estará utilizando o clichê mais velho do mundo. Procure conhecer mesmo aquilo que não lhe representa como pessoa, para poder falar melhor sobre isso. Desconstrua qualquer informação pré-concebida e a substitua por informações valiosas. Só assim conseguirá fugir não só do clichê, como também evitará possíveis problemas com seu público. Afinal, ter algo assim em sua história já limita seu conteúdo a determinada parte da população — a que compartilha dos pensamentos ali abordados — então é melhor ter certeza de que acertará com eles. Para principiantes, cair no clichê ou cometer falhas por falta de pesquisa é uma possibilidade constante.

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    “Blade Runner”

  5. Distopia ou ficção científica que usam de explicações científico-biológicas
    Ficção é o artifício mais explorado na hora de se criar uma história. Falar de um mundo alternativo ao comum ou até mesmo distópico abre várias possibilidades de histórias dramáticas e personagens interessantes. Contudo, se mal trabalhado, pode vir a ser somente mais uma história comum no meio de tantas outras. Por isso, um recurso muito utilizado é aquilo que gosto de nomear de “justificação dos meios”. Isso quer dizer que por trás da distopia ou de uma possível nova tecnologia, há uma explicação que, a partir de um elemento inserido no universo ficcional, pode se encaixar com informações coerentes da ciência para formar uma explicação plausível e que possa, até mesmo, ser encarada como uma possibilidade real. Um exemplo prático seria a Guerra das Máquinas em Exterminador do Futuro, em que a robótica avançou tanto que se esqueceu das três leis de Asimov*.Pois bem, com essa explicação, o que pode dar de errado nesse tipo de história:

    — A “fórmula justificativa” pode ser desgastada se usada constantemente. Por exemplo: o quadrinho Terra Formars usa de termos e teorias da biologia para explicar a fonte do poder de suas personagens. É interessante nos primeiros volumes, mas depois vira uma grande quebra de ritmo que só empobrece a narrativa ao abusar da paciência e do interesse do público. Ou seja: quanto mais você explicar, talvez menos seu público vá querer saber. Isso depende do seu tipo de narrativa. Em um mistério, por exemplo, o ideal é rechear a história de detalhes.

    — A sua explicação vai fugir à realidade. Em outras palavras: a sua falta de conhecimento sobre um assunto complexo não pôde ser saciada pela pesquisa e isso, então, empobrece a sua explicação ao beirar, ou ultrapassar, a barreira da pseudociência. Em suma: você vai ter um predomínio da ficção sob a ciência e pode até mesmo chegar ao ponto de descartar esta.

    — Pode haver uma contradição mais cedo ou mais tarde, principalmente quando se pensa no que causa o problema sem antes começar a, no mínimo, rascunhar a solução.

    *Para os novatos: ler Asimov antes de escrever ficção científica é obrigatório.

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    “Harry Potter”

  6. Histórias com diversos personagens
    Há escritores que são especialistas em fazer histórias suportadas, principalmente, não pela trama, mas pelas personagens, cada um com a sua própria personalidade, estilo, motivação e características físicas. Contudo, é difícil deixar de dar luz aos personagens principais, o que pode acarretar em um desenvolvimento escasso dos secundários. O exemplo mais conhecido de uma grande quantidade de personagens é a franquia Harry Potter. Nos livros, eles são igualmente apresentados e desenvolvidos. Já nos filmes, há vários deixados de fora ou que simplesmente não tem 1/3 do tempo de cena que os principais. Isso pode se facilmente relacionado ao que um escritor novato faria caso continuasse a introduzir múltiplos personagens: alguém vai ficar de fora; talvez até mesmo mais de um — e certamente nem todos terão o mesmo nível de profundidade que os protagonistas. O bom escritor consegue contar uma história (não precisa ser excelente) em poucas linhas, com no máximo 1 ou 2 personagens. E para iniciantes, o melhor é começar com uma trama simples e quantidade adequada de personagens.

    Image: FILE PHOTO: 70 Years Since The Casablanca World Premiere Casablanca

    “Casablanca”

  7. Drama adulto e o realismo como um todo
    Drama adolescente é um gênero comum, mas que tem seu público e pode funcionar caso o autor assim queira. O drama adulto possui outro público, mas também pode funcionar tendo uma prática adequada. Contudo, o excesso de realismo pode gerar o famoso “dramalhão”. Do tipo uau, olha como meu personagem sofre! Você não quer ser como ele! E antes dos problemas sequer aparecerem, não há o desenvolvimento adequado para fazer com que demos importância suficiente ao personagem ou para que torçamos em prol do bem do protagonista. Em comparação ao drama adolescente, a fase adulta usa mais da razão e menos da emoção, seja para situações românticas, sociais ou financeiras. Vê-se aqui, também, a necessidade de conversar com o maior número possível de pessoas e conhecer todo o tipo de história, a fim de criar uma narrativa mais coesa e na qual o público-alvo possa se identificar.

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    “Uma Noite de Crime”

  • Abuse da criatividade, mas não da suspensão de descrença

A suspensão de descrença é o básico para fugir à realidade, criando um universo fantástico e que provavelmente não seria possível de existir em nosso atual mundo. Contudo, esse universo precisa fazer sentido. Ele pode optar por ter ou não um motivo para ser como é, mas é preciso que não seja nada que abuse demais do ceticismo de quem consume sua obra. Em um exemplo prático, citarei aqui o filme Uma Noite de Crime.

Algumas das maiores críticas eram quanto à falta de pesquisa psicológica para explicar como o fenômeno do crime liberado em um dia do ano faz com que em todo o resto dele não ocorra nenhum. Talvez fosse menos perceptível se o filme não se levasse a sério — coisa que não acontece, já que boa parte dele é exaltando o sistema e dizendo como ele é perfeito — mas ainda assim seria altamente distrativo. E se o consumidor se distrai da sua trama, você já perdeu seu espaço. Pior: ele já trocou aquilo que você criou por outra coisa.

  • Travou? Faça tópicos

Uma das maiores reclamações é o famoso “travamento” na hora de desenvolver uma trama. Você não precisa chegar e escrever seu rascunho direto, perfeito como ele é. Terá tempo de sobra para reescrever, revisar, criar novas cenas etc… contudo, o mais importante é ter uma linha ou seguimento lógico de eventos. O importante é fazer a jornada ser interessante.

Há uma maneira fácil de organizar suas ideias em tópicos pequenos, para depois descrevê-los e trabalhá-los de maneira melhor. Se você sabe o início e o fim de sua história, então automaticamente também sabe:

a.) As mudanças que os personagens sofrerão, já que eles têm de terminar em um local diferente de onde começaram — o básico da Jornada do Herói.

b.) A trama no geral. Digamos que sua história seja sobre o João que atravessou a rua pra comprar sorvete. Atente-se aos pequenos detalhes… por que ele foi comprar sorvete? De qual sabor? Onde? Quais as consequências de ele ter comprado? Quem (ou o quê) se opôs ao objetivo dele? Por quê?

c.) Os pontos-chaves. Por mais que o desenvolvimento seja a parte mais difícil, creio que é possível saber ao menos que caminho deve ser tomado em pontos específicos. O exemplo do João: como ele foi comprar sorvete? Ele pode ter ido a pé, de carro… ter encontrado algum amigo ou não, pode ter sonhado que tinha ido comprado sorvete, mas nunca ter saído de casa etc.

Fica a cargo de o escritor escolher como descrever essa rota, mas sabe-se que ela é basicamente:

João em um local prévio -> Caminho para o sorvete -> Algo se opõe a seu ato de tomar sorvete, mas ele o contorna de alguma maneira -> Ele toma o sorvete -> Volta pra casa.

Tente classificar a sua história dessa maneira e, assim, deverá conseguir se guiar melhor ao escrevê-la. Cenas e personagens vão surgir como um passe de mágica.

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Stephen King, mestre da escrita no gênero de terror e suspense

  • Não enrole, escreva aquilo veio dizer

Além de tudo isso, é preciso tomar cuidado para não fugir muito do objetivo final. Seja um “final feliz” ou não, ele precisa acontecer de alguma maneira. Por exemplo, a jornada do João vai empacar se você escrever em algum momento que o sorvete está em falta. A menos que você tenha uma solução para a falta do sorvete ou que isso faça parte da sua história, o melhor é não florear muito quando não se tem certeza do que escrever. Além da possibilidade de empacar, isso pode causar incoerências na sua história. Se não há sorvete, então por que ele partiu em uma aventura?

Não enrole o seu público, diga o que veio dizer. As cenas que você construir é só um reflexo da sua mensagem. Logo, incluir algo que não a reflita faz com que esse tipo de cena seja descartável.

  • Por fim, divirta-se

O bom autor é aquele apaixonado pelo que faz, seja para o cinema, para a literatura ou para os quadrinhos. E o mais importante é ele gostar do que está produzindo, colocar amor naquilo que faz. Pode parecer besteira, mas alguém motivado dará muito mais garantia de corrigir os mais banais erros do que alguém que se sente obrigado a escrever uma história que não lhe agrada. Ser um roteirista ou escritor é para poucos e exige de muitas tentativas, pesquisa, estudo, conversação e conhecimento. Exige, também, uma mente aberta a novas ideias, pessoas e conceitos. A combinação de tudo que foi dito neste texto junto a um autor saudável garantirá, no mínimo, uma boa produção.

E tenha certeza de uma coisa: as excelentes virão com o tempo.

Por isso, a mensagem final deste editorial é só uma:

NUNCA DESISTA

 

Artigos recomendados após a leitura:
30 Mandamentos do Escritor.
“Evite os ‘verbos de pensamento'” (dica de Chuck Palahniuk — escritor de “Clube da Luta”).
As 22 regras da Pixar para criar uma boa história.
As 3 formas de se escrever uma boa história.
10 dicas para fazer uma boa história.
Como escrever bem.
Além disso, recomendo o livro Manual do Roteiro para quem deseja escrevê-los.

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